um avião? um pássaro? ou um bird machine!?

Membros do Superstudio, 1970.
Com foto-colagem, filmes, desenhos, colagens, exposições e histórias de uma nova “cultura de design”, este grupo arquitetônico de Florença se colocou na vanguarda do design na década de 1960. “Apenas conhecendo algo a fundo, é adquirido o direito de negá-lo”. O grupo foi responsável por doutrinas modernista nesta década para depois em 1970 praticar o “não design”. Que foi a ruptura com o esteticismo tão importante e a assimilação de projetos conceituais. Radical, feroz, desafiador dos “modernistas ortodoxos”!

The falling in love machine, 1968.
Seus estudos e levantamentos de dados da influência arquitetônica que poderia mudar nossas vidas para melhor e a fé ilimitada na tecnologia expressada também por Archigram e o Studio Alchymia, intrigam até hoje grande arquitetos como Rem Koolhaas e Foreign Office que procuram soluções e utilizam esses conceitos para a evolução de seus trabalhos. Em 60, quando ainda defendiam o modernismo, o grupo passou por uma crise de existência, onde se sentiram culpados pela estagnação intelectual e se crucificavam por ter agravado os problemas sociais, ambientais e políticos do mundo. Só para provar que eram malucos… Raros.
Espaços funcionais livres de objetos supérfluos para uma vida pós-moderna, produtiva e feliz! Quando Mao Tse-tung proporcionou aos intelectuais ocidentais, com seu novo comunismo, uma causa para acreditar na evolução. A resposta do Superstudio foi o desenvolvimento de um “anti-projeto”, negação, não aceitação, ruptura. Agarrado com o pré suposto de que o pensamento convencional é um poderoso, positivo e grandioso remédio para o progresso. Contraditório, não!? Mas muito real.

Twelve ideal cities, 1970.
Foi quando surgiu um projeto que definiu a visão do grupo sobre o patrimônio histórico: inundar o centro de Florença ! Simples assim, uma paródia a tendência “salve os centros históricos”.

The Continuous Monument, 1969.
Fonte: Design Museum














Lui! O Superstudio tanto quanto o Archigram me fascinam porque justamente a execução formal ou a forma proposta, é o que menos importa. Entendendo melhor, captamos informações NEM UM POUCO VIAJADAS e radicais que devemos levar conosco.. Bobeira dizer que é apenas inovação! os conceitos partem sempre de uma idéia óbvia, só que como levados às últimas consequências, carregam uma postura crítica incomum e super pertinente! O importante é entendê-los enquanto construção crítica da arquitetura, ESSE É O LEGADO! Ótimo texto senhor Lui, vou por um do Archigram pra te acompanhar.. pode? ahiauiah
e ai pessual… falam oque voces acharam do texto, por favor !!! estou no caminho certo? oque falta? ou na contra mão !?
abraço !!!